Adaptados ao home office, muitos colaboradores resistem à volta do trabalho presencial. Há outros que anseiam pelo retorno à convivência profissional e, porque não dizer, social; isto sem falar na saudade de sentar-se à mesa de almoço sem ter que pensar (ou preparar) o que vai comer. Mas a economia financeira, o fato de não ter o stress do deslocamento e um maior tempo dedicado à família são conquistas bem valorizadas.

Muitas empresas facilitaram a adaptação do trabalho remoto cedendo computadores, monitores de vídeo e até cadeiras. Algumas ofereceram vouchers em dinheiro para incrementar a conexão da internet doméstica, numa estratégia vista como um jogo de ganha-ganha. Porém, a maior parte dos profissionais partiu para o home office sem nenhum respaldo dos seus empregadores: ainda hoje, utilizam equipamentos pessoais e improvisam o espaço profissional.

Se antes já era difícil manter o domínio sobre a documentação corporativa, imagine ao longo da pandemia, com os constantes downloads de documentos em notebooks pessoais! Outro desafio é o acesso às redes corporativas (VPN). Com a instabilidade das conexões, muitos usuários justificam não salvar os arquivos na rede para não comprometer a produtividade. E a digitalização? No início do confinamento, pegos de surpresa, ainda com muitos documentos físicos necessitando de assinatura, o jeito foi fotografar os papéis – ou seja, os smartphones estão abarrotados de arquivos com informações sensíveis.

Agora, com a possibilidade da extensão de um modelo híbrido (50% remoto e 50% presencial), empresas e colaboradores enfrentam o desafio de avaliar com maior parcimônia o potencial e os riscos do home office. Afinal, é fundamental estruturar melhor estas condições. O infodrops promove a pesquisa “O impacto do home office na segurança da informação” com o objetivo de investigar como os dispositivos eletrônicos, que são importantes repositórios de informações, estão sendo utilizados.

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