A Telemedicina (com Teleconsultas) foi liberada pelo Ministério da Saúde e pelo Governo Federal para evitar sobrecarga no sistema de saúde e permitir a continuidade de serviços médicos durante a pandemia. O relatório da Cisco/Deloitte (Set/2020) “Digitalização, resiliência e continuidade dos negócios” reconhece que a telemedicina como ferramenta de apoio aos serviços de saúde nesse período foi o grande destaque e ponto de reflexão para o futuro da digitalização do setor, e aponta a falta de estrutura adequada e segurança de dados entre os principais desafios enfrentados, já que muitas ferramentas gratuitas de mensagens e vídeos utilizadas não permitem o registro do atendimento de forma segura e centralizada e não há garantia de segurança nas informações trocadas.
Após este primeiro contato com avanços tecnológicos, a tendência é a sociedade demandar mais serviços virtuais. Esperamos que isto impulsione a aplicação da Lei 13.787/2018 que institui a digitalização do prontuário do paciente e a Portaria 467/2020, que obriga o uso de assinatura eletrônica em receitas e atestados médicos para que sejam válidos em meio eletrônico.